{"id":593,"date":"2016-01-23T12:57:01","date_gmt":"2016-01-23T14:57:01","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.silviacardoso.com.br\/?p=593"},"modified":"2016-01-23T12:57:36","modified_gmt":"2016-01-23T14:57:36","slug":"593","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blog.silviacardoso.com.br\/?p=593","title":{"rendered":"A Escada da Vida"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/blog.silviacardoso.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/006-Portrait_a-1.jpg\" rel=\"attachment wp-att-595\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-595\" src=\"http:\/\/blog.silviacardoso.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/006-Portrait_a-1-979x1024.jpg\" alt=\"006 Portrait_a\" width=\"584\" height=\"611\" srcset=\"http:\/\/blog.silviacardoso.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/006-Portrait_a-1-979x1024.jpg 979w, http:\/\/blog.silviacardoso.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/006-Portrait_a-1-287x300.jpg 287w, http:\/\/blog.silviacardoso.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/006-Portrait_a-1-768x804.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 584px) 100vw, 584px\" \/><\/a><span id=\"fbPhotoSnowliftCaption\" class=\"fbPhotosPhotoCaption\" tabindex=\"0\" data-ft=\"{&quot;tn&quot;:&quot;K&quot;}\"><span class=\"hasCaption\">Experi\u00eancia de vida \u00e9 como subir uma escada: \u00e9 muito dif\u00edcil subir o pr\u00f3ximo degrau sem ter passado pelo degrau anterior. Isso porque, para as experi\u00eancias se armazenarem no c\u00e9rebro, elas precisam se conectar a outras experi\u00eancias pr\u00e9-existentes (o &#8220;degrau&#8221; anterior), e ainda &#8211; aquelas experi\u00eancias pr\u00e9vias devem estar relacionadas \u00e0s novas que est\u00e3o entrando no c\u00e9rebro. Chamamos e<span class=\"text_exposed_show\">ssas experi\u00eancias de redes neuronais associativas. Da mesma forma acontece com centenas de bilh\u00f5es de outras redes associativas. Por isso atuamos no ambiente de forma relativamente organizada para tamb\u00e9m manter a ordem no c\u00e9rebro, por ex., ter uma carreira e uma vida pessoal adequada \u00e0 forma como o c\u00e9rebro constr\u00f3i internamente aquelas experi\u00eancias. Sair muito fora de nossas redes de experi\u00eancias pode criar abismos na base e n\u00e9voas no topo. Cada est\u00edmulo sensorial que percebemos no ambiente se acomoda em sua morada espec\u00edfica no c\u00e9rebro, j\u00e1 traduzido na linguagem neural, e se conecta com os outros est\u00edmulos, e estes ficam coladinhos e prontos para serem ativados na medida em que vamos interagindo no ambiente. \u00c9 por isso que somos capazes, por ex., de associar uma m\u00fasica a um evento pr\u00e9vio que contenha outros est\u00edmulos sensoriais. Nesse caso, um \u00fanico est\u00edmulo, o som, ativa uma determinada rede que se formou porque ele estava conectado \u00e0quela rede.<br \/>\nChegar ao topo da escada n\u00e3o significa chegar ao &#8220;topo&#8221; de nossos anseios e conquistas. O topo de uma escada \u00e9 apenas a conquista de um andar. Cabe a n\u00f3s decidirmos se queremos permanecer naquele andar ou continuar subindo para patamares mais elevados da vida. Para continuar &#8220;subindo&#8221;, o c\u00e9rebro pede mais e mais conex\u00f5es neurais que requerem muito esfor\u00e7o intelectual, emocional ou f\u00edsico. Ter um c\u00e9rebro cada vez mais rico em conex\u00f5es nos capacita a atuar mais e melhor na sociedade. S\u00f3 depende de nossas escolhas e nossas a\u00e7\u00f5es<\/span><\/span><\/span>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Experi\u00eancia de vida \u00e9 como subir uma escada: \u00e9 muito dif\u00edcil subir o pr\u00f3ximo degrau sem ter passado pelo degrau anterior. 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